Técnicos discutem viabilização da duplicação da BR-235

Durante dois dias (segunda, 19 e terça-feira, 20), técnicos da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Agrese), do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPA), da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e do Consórcio formado pelas empresas: Sanpac Tecnologia Ambiental – P4 Concessões e Consultoria e a Kappex Assessoria e Participações discutiram as análises iniciais da obra de concessão e duplicação da BR-235 no trecho entre Aracaju e Itabaiana (povoado Terra Dura).
Na terça-feira, eles participaram de uma reunião na sede da Adema com o objetivo de discutir alguns pontos e avaliação do Processo de Manifestação de Interesse (PMI). “Ficou estabelecida que a Licença Prévia poderia ser dada para toda a obra e as Licenças de Instalações serão dadas por trechos individuais. Será elaborado também um termo de referência para análises. Quanto aos prazos, estes serão discutidos nos próximos encontros, pois teremos até o dia 13 de agosto para entregar o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI)”, declarou a diretora da câmara técnica de saneamento da Agrese, Ana Carolina Nadalini.
Já no período da tarde, foi realizada uma visita técnica in loco ao trecho delegado, a ser concessionado, para tratar do ponto de controle nos trabalhos na parte inicial dos estudos que será apresentado pelo consórcio autorizado. O objetivo da visita foi verificar o estudo sobre a viabilidade para a concessão e duplicação da rodovia.
“A visita técnica in loco pelos representantes do Ministério dos Transportes, ao trecho da BR – 235 a ser duplicado, atende a um cronograma e plano de trabalho anteriormente estabelecido no convênio pactuado entre o Estado de Sergipe e a União. Isto significa que o objeto do convênio no qual é o estudo de viabilidade para a concessão e duplicação da BR – 235, está sendo plenamente executado de sorte, que brevemente teremos um melhor e mais seguro tráfego de veículos na rodovia que sem sombras de dúvidas, importará em prosperidade para o usuário e população da região,” enfatiza o diretor-presidente da Agrese, Luiz Hamilton Santana de Oliveira.
De acordo com o Diretor do Departamento de Outorgas de Transportes Terrestre, Henrique Oliveira Mendes, pelo convênio, o MTPA deve acompanhar como os estudos estão sendo feitos. “Ele terá que ser aprovado pelo Ministério e por isso devemos acompanhar para facilitar o passo seguinte que seria a aprovação dos estudos”, explica.
 
ESTUDOS INICIAIS 
Já na manhã de ontem, 20, técnicos do Consórcio tiveram uma nova reunião de análise das receitas e custos de investimentos necessários à viabilização da Concessão Pública. “Apresentamos nessa reunião o começo dos trabalhos, que são os cadastros georeferenciados iniciais e o diagnóstico até o presente momento. Traçamos todos os elementos físicos da rodovia, drenagem, sinalização, pavimentação, possíveis passivos ambientais do trecho, para, posteriormente essa fase inicial, começarmos a elaborar a parte de estudos e engenharia”, explicou o representante do consórcio de empresas, Leonardo Preussler.
Ficou acordado entre os representantes da Agrese, do Ministério e do Consórcio, uma nova reunião para o dia 19 de julho, em Brasília. “Nesse encontro, passaremos novas informações a partir desse cadastro que foi apresentado hoje. Tudo será quantificado, valorado com todas as intervenções necessárias para restaurar o trecho. Acredito que já teremos para apresentar uma prévia de todo o investimento”, frisa Leonardo.

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