Hospital Regional de Socorro fecha primeiro semestre com mais de 58 mil atendimentos

Em relação ao mesmo período do ano passado, o número cresceu. Somados os registros realizados no pronto socorro e maternidade, foram 6.482 ocorrências a mais

Entre os meses de janeiro e junho de 2016, o Hospital Regional de Nossa Senhora do Socorro atingiu a marca de 58.686 atendimentos. Em relação ao mesmo período do ano passado, o número cresceu. Somados os registros realizados no pronto socorro e maternidade, foram 6.482 ocorrências a mais, o que corresponde a uma média de 9.781 atendimentos por mês.

Referência no atendimento de clínica médica, pediatria e obstetrícia, a unidade é administrada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), através da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS). Sua cobertura assistencial alcança pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) em oitos municípios que compõem a região de Socorro. A alta resolutividade do Hospital Regional atua como importante retaguarda para o Hospital de Urgências de Sergipe (Huse).

A unidade é porta aberta e possui atendimento de Urgência e Emergência 24 horas. Somente no pronto socorro foram registrados 54.757 atendimentos ao longo do primeiro semestre. O número supera a marca atingida em 2015 nos seis primeiros meses do ano.

Ana Paula Rodrigues Santos, 26, reside em Nossa Senhora do Socorro. Ela, que além de ser usuária dos serviços do Hospital Regional, também já passou pela unidade para acompanhar a filha e a irmã, e revela a importância do Regional para sua família e para a comunidade.

“Em todas as ocasiões fomos bem recebidas e atendidas com agilidade. Além disso, o fato do hospital estar localizado nessa região facilita muito para todos nós que moramos em Socorro, afinal os outros Hospitais de Urgências são distantes e poderíamos ter problemas com deslocamento e até interferir na agilidade do atendimento”, conta Ana Paula.

Avanços

Além das facilidades geradas pela localização do hospital, muitas melhorias foram feitas ao longo do primeiro semestre de 2016 para proporcionar ainda mais qualidade no atendimento.

“Foi realizada a ampliação da escala de médico pediatra, que passou de um para dois plantonistas 24 horas todos os dias. Além disso, houve implantação da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) com equipe completa: médica infectologista, enfermeira e técnica de enfermagem”, informa Genisete Pereira, superintendente do Hospital Regional de Socorro.

A unidade recebeu, também, investimentos no sistema de climatização. Foram instalados 18 novos aparelhos de ar-condicionado no pronto socorro e nos espaços de internamento. As melhorias garantem mais conforto aos pacientes e mais condições de trabalho para os profissionais. Soma-se aos avanços a eleição e posse da nova chapa de integrante da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), que atua junto aos profissionais e gestores do Hospital para que as atividades das equipes de saúde sejam desempenhadas com segurança.

“Essas, dentre outras ações e investimentos que vem sendo realizados através do Governo do Estado, através da SES e da FHS, mostram que a saúde é prioridade, resultando no cuidado, em atendimento mais ampliado e de melhor qualidade para nossos usurários, que são foco de toda assistência prestada nesse Hospital”, avaliou Genisete Pereira.

Maternidade

A maternidade do Hospital Regional de Socorro é destinada a gestantes de baixo risco. Somente no primeiro semestre de 2016, foram realizados 1.117 procedimentos. Entre os meses de janeiro e junho, foram 948 partos e 170 curetagens.

Os dados indicam o crescimento do número de atendimentos em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 941 procedimentos, sendo 739 partos e 192 curetagens.

As gestantes são acolhidas por uma equipe multiprofissional que vivencia a melhor forma possível no momento do parto e a chegada dos bebês.

“Tive meu bebê através de parto normal. O acolhimento foi muito bom e estou me sentindo muito bem. Já estou de alta e ansiosa para ir para casa com meu bebê”, revelou Taiane Barros Lima, 19, mãe de Ane Vitória.

Vanessa da Silva, auxiliar de enfermagem, explica que além da assistência prevista, as mães recebem toda orientação necessária para cuidar dos seus bebês desde os primeiro momentos. “É uma relação de ensinar os cuidados com os recém-nascidos. Muitas chegam leigas. Então fazemos um trabalho de orientação. Ensinamos os primeiros cuidados, a dar banho”, conta a auxiliar de enfermagem.

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