“Minha trajetória política é curta, mas verdadeira”, afirma Emília

 “Uma pessoa pública não consegue esconder fatos da opinião pública, uma hora a máscara cai”. Foi com essa afirmação que a defensora pública e vereadora, Emília Corrêa (Patriota) iniciou o seu pronunciamento na Câmara Municipal de Aracaju.
Emília Corrêa que atua como defensora pública há 30 anos em Sergipe respondeu a algumas provocações e tentativas de descredenciá-la, em vão, em sua vida pública na política sergipana.  E volta a afirmar que política não deve ser entendida como profissão.
 “Em minha vida só fiz defender os menos favorecidos e mais necessitados. Essa é a minha profissão. Continuo defensora pública atuando nos fóruns de Sergipe à serviço do povo sergipano e da Defensoria Pública”, ressaltou.
Referência na comunicação, Emília lembrou ainda que como comunicadora de rádio iniciou sua caminha na década de 90 e prossegue até os dias atuais.  De forma fácil e acessível, inovou na forma de falar sobre direito do cidadão.
“Sou radialista desde 1998, ou seja, não fui para rádio fazer política. Não ingressei na comunicação para me tornar conhecida.  Comecei com um programa “Questão de Direito”, pela TV Cidade e fiquei 11 anos consecutivos informando o direito as pessoas. Em 2003 fui para Rádio Jornal também para apresentar um programa informativo e até os dias atuais”, narrou.
Na política partidária, em 2012, participou da sua primeira eleição para vereança e obteve  expressiva votação  de 3.952 votos, ficando na suplência.
“Não corri atrás da política, a política que me alcançou.  Naquele momento me permiti seguir na vida pública. Quando assumi em 2013, fiquei mais ou menos um ano na  Casa Legislativa. Foi uma forma de estágio. Em 2016 eleita pelo PEN, atual Patriota,fui eleita com 3.652 votos, agora como titular. Na vida pública não podemos esconder, absolutamente nada, e não devemos”, destacou.
E por fim, aproveitou para reforçar a indicação do seu nome como pré-candidata pelo Patriota para uma das vagas ao Senado Federal.
“Aceitei o desafio, principalmente por entender que cadeira no Senado não tem dono. Nem lá, nem em qualquer outra casa legislativa ou do executivo. Quem decide é o povo”, finalizou.
Ascom / EC
Foto: César de Oliveira

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