Jogos do Confiança poderão ter vendedores ambulantes, após mediação do vereador Isac

Desde o início do campeonato sergipano, deste ano, os vendedores ambulantes cadastrados para comercializar dentro da Arena Batistão tiveram suas atividades proibidas em jogos do Clube Desportivo Confiança, após um contrato firmado entre a instituição e a Federação de Futebol Sergipana, já que o time iria contratar uma empresa para prestar esses serviços e reverter a renda para si.

Diante do Impasse, o vereador Isac Silveira (PCdoB), foi procurado pela Associação dos Vendedores Ambulantes da Arena Batistão, por meio do presidente, Paulo Preto, que informou a dificuldade dos trabalhadores. “Quando o Paulo me procurou disse que alguns vendedores estão ali há mais de 40 anos. Muitos criaram seus filhos e ainda criam daquele trabalho. Então disponibilizei para eles minha assessoria jurídica, que provocou o Ministério Público , para que eles tomassem ciência das irregularidades que estavam acontecendo em relação aos ambulantes”, relatou Isac.

Após algumas audiências, no último dia 9, foi firmado um TAC – Termo de Ajuste de Conduta, onde os vendedores passarão a pagar um valor fixo para o Confiança, que por sua vez, disponibilizará para eles uma determinada empresa para que os produtos sejam comprados a preços mais baratos. “Eu estou muito feliz, que os vendedores poderão continuar comercializando no campo. O confiança vai continuar tendo seu lucro e, assim, manter o time. Futebol é algo caro, mas os vendedores estão ali há anos, a relação de convivência entre torcedores e vendedores é muito próxima. Todos eles conhecem as nossas preferências, então não é só o jogo ou um comércio, quem tá ali também é um amigo”, explicou Isac.

As orientações servirão para todos os jogos onde o Confiança tiver o mando de campo. Em entrevista sobre o assunto nos meios de comunicação, Isac, também destacou e elogiou o papel do Ministério Público Estadual pela habilidade em resolver a situação de forma harmoniosa. “São vidas e em plena crise financeira que passa o nosso estado, quase 50 famílias ficarem sem sua renda seria uma catástrofe. Mas o Ministério Público, com toda a sua competência conseguiu de forma rápida e harmoniosa encontrar uma saída para todo o problema”.

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