Gilmar diz que será candidato a prefeito

Parlamentar afirma postura independente na Alese

Mais bem votado na Grande Aracaju nas últimas eleições, o deputado estadual Gilmar Carvalho (PSC) disse, durante entrevista na Jovem Pan FM, na manhã desta quarta-feira, 9/1, que em todos os lugares que tem andado, seja em Aracaju, Nossa Senhora do Socorro ou Barra dos Coqueiros, vem recebendo apelos da população para ser candidato a prefeito, mesmo sem tocar no assunto.

“Tenho procurado estudar formas e maneiras de como resolver os graves problemas dos municípios, porque não é só ser candidato. E se nós chegarmos à conclusão de que temos a condição de administrar a capital, serei candidato. Mas tenho recebido apelos quando vou a Socorro e a Barra. Uma coisa é certa: serei candidato a prefeito”, ressaltou Gilmar.

Instigado, o parlamentar afirmou que manterá uma postura independente na Assembleia Legislativa de Sergipe, analisando cada projeto e votando de acordo com o que for melhor para o povo sergipano. “Não participarei de nenhum dos blocos. De forma nenhuma apoiarei o governador, mas também não vou apoiar uma oposição que não tenha caminho. Sergipe vive uma situação financeira gravíssima e que vai se agravar ainda mais. Temos que lutar pelo Estado e juntar forças”, ponderou o deputado.

Sobre a presidência da Alese, Gilmar voltou a afirmar que se Luciano puder exercer o mandato e for o candidato, terá seu apoio. “Não sendo Luciano, exigirei que seja respeitado o meu direito de participar”, declarou Gilmar.

Empréstimo

Gilmar entende que o Governo não deveria ter encaminhado para Assembleia o projeto que autoriza o empréstimo para capitalização de Fundo Financeiro de Previdência do Estado de Sergipe, o FINANPREV-SE, aprovado recentemente. “Não estive na votação e fui mal interpretado. A convocação foi feita para dois dias depois. Liguei para a assessoria do presidente e avisei que estava longe de Sergipe e só poderia participar de votação após o dia 6 de janeiro. A resposta que tive foi que o Governo já tinha quórum e estava despreocupado. Não consigo entender como se coloca um projeto para ser votado no mesmo dia. Até quando o Governo vai ter que recorrer aos empréstimos e não vai resolver a situação da previdência? Feche o estado”, aconselhou Gilmar ao dizer ainda que “a culpa não é de quem votou a favor”.

Por Ju Gomes – Assessoria Parlamentar

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