Elber informa que PMA encerrará contrato com Ipes Saúde e servidores ficarão desassistidos

Diante dos rumores que a Prefeitura de Aracaju irá encerrar o contrato com o Ipes Saúde, o vereador Elber Batalha (PSB) falou sobre uma crise generalizada que pode ser gerada na saúde dos servidores públicos do município de Aracaju.
O parlamentar informou que o Ipes Saúde anunciou que não renovará o contrato para que os servidores da Prefeitura de Aracaju continuem tendo assistência de Saúde no município. “O Ipes disse que, a partir de agora, não se renovarão mais as carteiras dos servidores que forem vencendo e o serviço será prestado só até o dia 31 de março. Sendo que, fatidicamente, no dia da mentira, 1º de abril, se deflagaria a ausência de assistência médica e de exames para os servidores do município”.
Elber disse ainda que o motivo pelo qual o Ipes justificou a não renovação desse contrato com base no percentual sobe a remuneração do servidor. “O Ipes exigirá agora que o servidor pague 10% do seu salário para ter acesso ao sistema de saúde municipal. Além de só aceitar também de acordo com a faixa etária, igual aos planos de saúde privados. Quanto mais idoso, maior a taxa. Imaginem um servidor da Prefeitura de Aracaju, que ganha R$1.200,00, com mais de 50 anos, com os descontos, essa remuneração cairá pra R$1.000,00 e ele ainda vai ter que pagar R$500,00 só para o Ipes Saúde”, explicou.
Segundo o vereador, a Prefeitura tem sido reticente em fazer um acordo, com aporte de valores para compensar o Ipes. “Eu soube hoje, por intermédio de alguns sindicatos, que o atendimento será suspenso. Este não é um assunto da oposição ou situação, cabe a todos os vereadores intermediar uma solução para este problema. Não podemos deixar os servidores abandonados mais uma vez. Já não têm reajustes salariais há mais de 3 anos, sequer o repasse inflacionário e, agora, mais uma vez, será gravemente penalizado com a perda de seu plano de saúde, tendo que se submeter ao abandono total na Saúde de Aracaju. Esse problema precisa ser resolvido antes do dia 31 de março”, alertou.

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