Adelson Barreto destaca necessidade de políticas de prevenção do Alzheimer

 

“Sabemos que o Alzheimer ainda não há cura, e que muito mais deve ser feito para melhorar o diagnóstico precoce da doença”. Foi com esse discurso que o deputado Adelson Barreto (PR), utilizou a tribuna da Câmara Federal, nesta quarta-feira, 20, para conscientizar a sociedade sobre o Dia Mundial do Alzheimer, data celebrada no dia 21 de setembro.

De acordo com o parlamentar, o Alzheimer é uma doença que possui estágio inicial silencioso caracterizado por um processo de progressão irreversível do declínio de certas funções intelectuais. “Entre as suas consequências está a perda de memória, desorientação no tempo e no espaço, pensamento abstrato, dificuldade no aprendizado, distúrbios da linguagem, da comunicação e da capacidade de realizar as tarefas do cotidiano”, disse Adelson.

Em seu pronunciamento, Adelson destacou que o número de idosos vem crescendo no país, destacando ainda que, para cada duas pessoas com menos de 15 anos de idade, há uma com idade superior a 60 anos.

“Queremos dizer que, a partir dos 65 anos de idade, o risco de desenvolvimento da doença duplica a cada 5 anos”, disse Adelson, alertando que no Brasil o número de pessoas com a doença de Alzheimer já atinge 1,2 milhão de pessoas, sendo que apenas metade delas se trata e a cada duas pessoas com a doença, apenas uma sabe que a tem.

O deputado informou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que até 2050 o número de casos aumente em até 500% em toda a América Latina. “Há uma necessidade de se mudar esse atual paradigma. Devemos dar mais visibilidade e chamar a atenção para os problemas mentais e os direitos das pessoas que sofrem dessas doenças. É preciso que os Governos façam dos problemas mentais uma prioridade para que os idosos com Alzheimer possam viver com segurança e com dignidade”.

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