Obra de abastecimento do povoado Campo do Crioulo está em fase de conclusão

Além de beneficiar o Campo do Crioulo, o projeto deve ser prolongado para atender também o assentamento rural Dorothy Stang

A implantação do sistema de abastecimento de água do povoado Campo do Crioulo, em Lagarto, está em pleno andamento, com 70% da obra já concluída. O projeto, que está sendo executado pelo governo do Estado por meio da Companhia de Saneamento de Sergipe (Deso), conta com investimento de R$ 1,1 milhão e deverá beneficiar pelo menos 800 pessoas. A previsão é de que a obra se estenda até fevereiro do próximo ano.

Como explica o diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Deso, Gabriel de Campos, a fase de construção da adutora e da rede já está perto da conclusão. “Resta muito pouco a ser feito em termos da adutora e da rede. Tivemos alguns percalços por conta da chuva, que acabou atrasando a obra, mas estamos em vias de concluir. O reservatório demandou um ajuste no projeto, que vai precisar ser licitado novamente. Mas vamos concluir a rede, que vai ficar disponível para operar parcialmente”, diz.

Gabriel afirma que, além de beneficiar o Campo do Crioulo, o projeto deve ser prolongado para atender também o assentamento rural Dorothy Stang. “É uma região difícil de chegar água e a rede que existia lá já não atendia perfeitamente os moradores. É uma área muito suscetível ao desabastecimento, principalmente nos meses de verão. Com a ampliação da rede e a instalação do reservatório, vai haver uma garantia mesmo nas épocas de maior consumo”, assegura.

Saneamento em Lagarto

Visando melhorar a saúde e as condições de vida da população em Lagarto, o governo do Estado está fazendo diversas intervenções nas comunidades que integram o município do Centro Sul sergipano. Os investimentos totalizam R$ 180 millhões em obras de saneamento, sendo que quase R$ 96 milhões estão destinados ao esgotamento sanitário.

O projeto de ampliação do sistema de esgotamento sanitário de Lagarto busca atingir 100% da população da sede municipal, beneficiando mais de 100 mil moradores. As obras englobam a construção de nove estações elevatórias, uma de tratamento de esgoto e ainda rede coletora com extensão de 104 mil metros. A execução da obra é feita pela Deso e os recursos são oriundos de financiamento entre Governos do Estado e Federal com a Caixa Econômica.

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