Governo lança 2ª Etapa da Campanha contra a Febre Aftosa

Para que Sergipe se torne zona livre da Febre aftosa é necessário vacinar 100% do rebanho. O lançamento da 2ª etapa da campanha tem por objetivo sensibilizar os produtores sergipanos

O governador Belivaldo Chagas participou, nesta sexta-feira (1°), do lançamento da 2ª etapa da campanha de vacinação contra a Febre Aftosa 2019. O evento também abriu oficialmente o Fórum Estadual: Sergipe Livre da Febre Aftosa sem Vacinação até 2021. Setores envolvidos na cadeia produtiva participaram de discussão a fim de dar visibilidade ao Programa Nacional de Prevenção e Erradicação da Doença.

Deverão ser vacinados em novembro 420.909 cabeças, entre bovinos e bubalinos com idade de zero a dois anos. O governador Belivaldo Chagas ressalta que “o que importa efetivamente neste momento é que a gente abrace, como já estamos abraçando a causa relacionada à aftosa para que a gente se torne sim, a partir de 2021, um estado livre sem vacina da febre aftosa, isso vai fazer com que Sergipe suba o patamar de prestígio, da boa qualidade de carne e que Sergipe possa sim exportar carne vermelha”, salientou.

Sergipe já é zona livre da febre aftosa há 25 anos e para que continue livre sem vacinação a partir de 2021, é preciso vacinar o rebanho 100% do rebanho nessa segunda etapa.

O secretário de Estado da Agricultura, André Bomfim, afirma que os esforços estão aumentando através de parcerias. “Estamos intensificando o diálogo com os estados vizinhos, Bahia e Alagoas, tanto sobre questões da febre aftosa quanto da peste suína clássica. Nós não estamos medindo esforços com ações mantidas com a Emdrago, Governo Federal e estados vizinhos, para que Sergipe continue livre e a gente possa cada vez mais fortalecer o agronegócio, a agricultura e a pecuária em nosso país”, declarou.

José do Carmo Ferreira, agricultor do povoado Monte Alegre, em Itabaianinha, diz ser muito importante vacinar, por que “é bom pra todos nós. É uma boa para o estado também. É bom que estamos isentos. Não precisa comprar vacinar futuramente e isso é bom porque dá pra economizar, reduz o custo e isso ajuda”, pontuou.

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