Revista Cumbuca chega a 11ª edição

A publicação proporciona uma leitura pelo mundo das artes, da cultura e incentiva a difusão de idéias com a publicação de trabalhos literários e científicos.

A revista Cumbuca é uma publicação trimestral, editada pela Editora Diário Oficial de Sergipe – Edise, criada pelo Governo do Estado. Esta edição apresenta aos seus leitores uma capa com obra de Jorge Luiz Barros e intervenção gráfica do designer José Clécio. Faz um passeio pela arte inquieta de Jorge Luiz Barros, muito bem retratada pelo jornalista Jaime Neto. Seguindo o caminho das artes, o pintor, escritor, desenhista publicitário e professor de artes, Adauto Machado, têm sua vida retratada por Mário Britto.

Nesta 11ª edição você também confere ‘Sereia em pedra dura’, do editor de Cultura, do Jornal do Dia, Rian Santos, que apresenta o artista visual Cirulo, um artista que é, segundo ele próprio, degenerado. Há ainda a poesia de Ieda Vilela e Danilo Sampaio.

Não poderíamos deixar de falar de um dos mais antigos grupos de teatro do Brasil, o Imbuaça. ‘Os brincantes do grupo Imbuaça’, têm seu universo teatral visitado por Narciso Telles. Dando continuidade a linha cênica, Chico Varella faz uma contribuição à memória do teatro sergipano.

A indelével assinatura de Fernando Faro está presente em texto assinado por Ezio Déda. Na música, o caminho da Karne Krua é longo, mas está detalhado nas páginas da Cumbuca, em texto de Adelvan Kenobi.

‘Graciliano e eu’, de João Augusto Gama, rememora a “luta” para prestar exame vestibular, na Faculdade de Direito, no período do Regime Militar. E desse período, ‘Tortura e morte como política de Estado’, de Marcos Cardoso, cita os sergipanos presos, torturados e mortos.

A revista proporciona também a Emancipação Cultural de Sergipe, em texto do historiador Samuel Albuquerque, que lembra, sob sua lupa, a fundação do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, como melhor representatividade do processo de emancipação cultural de Sergipe. Finalizando a edição, Anselmo Oliveira apresenta o guardião da cultura sergipana, José Augusto Garcez.

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