Motolâncias do Samu garantem dinamismo na assistência pré-hospitalar em Sergipe

Veículos sobre duas rodas que garantem eficácia no tempo resposta à assistência pré-hospitalar em Sergipe. Essas são características das motolâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192 Sergipe). Atuando com duas duplas de moto-socorristas, as quatro motos estão concentradas em pontos estratégicos da cidade para garantir o atendimento pré-hospitalar em curto espaço de tempo.

O uso contínuo das motolâncias tem proporcionado avanço no tempo resposta das equipes assistenciais do Samu nos locais ocorrências. Elas chegam de 3 a 5 minutos antes das ambulâncias, tempo que pode definir na manutenção da vida.

“As motolâncias atuam em todos os horários do dia. Porém, das 6h30 às 9h e das 16h às 21h, o período de fluxo de maior intensidade no trânsito, elas ajudam bastante na prestação do atendimento ao paciente”, explica Conceição Mendonça, superintendente do Samu 192 Sergipe.

Ainda de acordo com a gestora, a resposta operacional rápida, eficaz e segura integra a filosofia do Samu. “A motolância é responsável pela redução do tempo resposta. Casos clínicos e traumáticos podem ser atendidos pelas motolâncias”, destacou.

Materiais

As motolâncias dispõem de materiais como: mochila de acesso venoso, material de imobilização, material para acesso venoso. Esses itens são fundamentais para estabilizar o paciente e assegurar a vida até Unidade de Suporte Básico (USB) ou de Suporte Avançado (USA) que é designada pelo médico regulador.

“A grande diferença entre as motolâncias para as USBs e USAs é que elas não podem realizar a remoção do paciente até a unidade hospitalar de referência para o atendimento do paciente. Por ser um veículo de menor porte, as motolâncias chegam até a ocorrência em menor tempo e antecipa o procedimento de estabilização. Vale lembrar, que o envio da moto ocorre de forma simultânea com a das ambulâncias e também é realizada por um médico regulador”, explica Conceição Mendonça.

Para conduzir uma motolância, os socorristas, que são técnicos de enfermagem, são submetidos ao curso de direção defensiva que acontece em parceria com a Polícia Rodoviária Federal de Sergipe (PRF/SE), de acordo com a Portaria do Ministério da Saúde (MS) de número 2.971/08.

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