Guarda Municipal retira mais de 70 armas de fogo das ruas de Aracaju

A Guarda Municipal de Aracaju (GMA) tem contribuído de forma efetiva para a retirada de armas das ruas da capital, através de ações realizadas nos terminais de integração, mercados municipais, praças e demais logradouros públicos. Nos últimos três anos a GMA apreendeu mais de 70 armas de fogo entre revólveres, pistolas e armas longas, inclusive armas de fabricação caseira, como a escopeta calibre 12.

No mesmo período, a Guarda Municipal de Aracaju apreendeu 49 simulacros – imitações de arma de fogo – utilizados na prática de roubos. As apreensões atendem ao previsto no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03), que proíbe a fabricação, venda, comercialização e a importação de brinquedos, réplicas e simulacros de armas de fogo, que com estas se possam confundir.

As apreensões seguem numa média de duas a cada mês. De acordo com o diretor geral da GMA, as estatísticas representam bem mais do que números. “Essa média de apreensões representa o trabalho mais ostensivo e descentralizado desenvolvido pela Guarda Municipal nos logradouros públicos, aliado à capacidade técnica dos nossos guardiões. Vale a pena ressaltar que a apreensão de boa parte dessas armas só foi possível graças às denúncias da população através do telefone 153 e do WhatsApp, pelo número 98166-7790. Portanto contamos com a participação popular para aumentarmos ainda mais esses números”, afirma.

Locais das apreensões

As avenidas da capital ainda são os locais que apresentam o maior número de apreensões, ao todo foram 48 registros. Com o lançamento da operação Terminal Seguro e a intensificação da atuação da Guarda Municipal no transporte público, desde o dia 13 de fevereiro, esses espaços vem apresentando um aumento significativo de apreensões, tornando-se o segundo em ocorrências dessa natureza, com 14 armas de fogo apreendidas no total.

As demais apreensões aconteceram em praças, mercados, unidades de saúde, escolas e eventos. Todas as armas apreendidas pela GMA são encaminhadas à Polícia Civil que, por sua vez, as enviam para o Exército Brasileiro onde são destruídas.

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