Será o coronel Rocha a bola da vez?

Coronel da PMSE Henrique Rocha. Esse nome que era desconhecido por muitos sergipanos até alguns meses é a bola da vez hoje, quando se fala

em renovação em Brasilia, principalmente para representar os membros da segurança pública na Câmara dos Deputados.

O titular deste blog conhece o cidadão Henrique Rocha, desde que foi o oficial da PMSE foi colaborar com o governo Marcelo Déda em 2001, na Prefeitura de Aracaju, na Guarda Municipal. Rocha ficou com Déda até 2003, quando pediu para sair para fazer o curso de aperfeiçoamento para major. No governo estadual foi o mesmo, ficou de 2007 a 2009, quando saiu para fazer o curso para habilitar-se a coronel.

Além de um oficial altamente preparado, principalmente no que diz respeito aos direitos humanos (com especializações e mestrado) e nas reivindicações justas não só da PM, mas de todas as outras corporações que compõe a segurança pública, Henrique Rocha é humanista por natureza. Tem doutorado em ciências policiais de segurança e ordem pública.

O nome de Henrique Rocha transita com harmonia dentro da PMSE, uma prova desde clima é que um policial artista, Clécio Barroso, fez a charge ao lado enaltecendo a conduta ética do coronel Rocha, sem perder o humor característico da mesma. Isso demonstra como o nome do coronel Rocha vem se consolidando principalmente no seio da corporação, principalmente na base.

Quando ele diz nas entrevistas que podem esperar e cobrar compromisso e zelo é a pura verdade. Henrique Rocha alerta que a política pública de segurança no atual governo não existe efetivamente, apesar dos profissionais abnegados.

O coronel é também um sonhador. Avalia que a primeira eleição estadual e nacional após a Lava Jato será um divisor de águas e trará muitas transformações. Quem sabe.Henrique Rocha ainda não bateu o martelo, esperar o desenrolar da reforma partidária e também dos quadros nacional e estadual.

Vontade e empenho ele tem, resta saber se vale à pena tentar onde o principal produto da corrupção é o próprio eleitor, que reclama, reclama e na hora que pode decidir vende o seu voto sem nenhum pudor.

ARTIGO/ESPECIAL Por Cláudio Nunes 

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