Destaques dos principais jornais do Brasil

14 de junho de 2018

O Globo

 

Manchete: Justiça limita a 5,72% alta de plano de saúde individual

ANS, que propôs reajuste de 10%, diz que vai recorrer da decisão

Liminar foi concedida em resposta a ação com base em relatório do TCU, que aponta falta de transparência nos cálculos da agência reguladora. Nos últimos três anos, aumentos foram de 13,5%

Única modalidade com correção regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de saúde individuais tiveram reajuste fixado pela Justiça em 5,72%, após três anos de aumentos de 13,5%. O índice corresponde à inflação de saúde medida pelo IPCA. A ANS, que havia proposto 10% de majoração, ainda não fez o anúncio oficial do índice porque aguarda parecer do Ministério da Fazenda, mas já informou que vai recorrer da decisão judicial. A liminar foi concedida em resposta a ação do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), com base em relatório do TCU que aponta falta de transparência na metodologia de cálculo da ANS. Para associação de planos de saúde, há risco de se agravar oferta de planos individuais. (PÁGINA 15)

Roubos e homicídios têm queda em maio

Em contrapartida, autos de resistência aumentam no Rio

O Rio teve menos homicídios e roubos de carga e de rua no mês passado na comparação com março ou mesmo com maio de 2017, anunciou o interventor da Segurança Pública no estado, general Braga Netto. No entanto, subiram os autos de resistência, que são as mortes decorrentes de confronto com a polícia. O interventor atribuiu essa piora à reação de enfrentamento dos criminosos. (PÁGINA 10)

PF reforça acusação contra Temer

Em relatório final da Operação Cui Bono, Polícia Federal destaca “indícios suficientes de materialidade e autoria” que o presidente Temer está envolvido na tentativa de comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha e do operador Lúcio Funaro. (PÁGINA 5)

Governo libera R$ 39 bi do PIS

Governo federal assinou decreto que libera o saque de recursos do PIS/Pasep depositados entre 1971 e 1988. A medida deve injetar R$ 39 bilhões na economia. (PÁGINA 16)

Crivella prevê liberar ‘puxadinhos’

O prefeito Marcelo Crivella enviou à Câmara do Rio projeto que regulariza os “puxadinhos” mediante uma taxa, inclusive de imóveis em construção. Meta é faturar R$ 300 milhões. (PÁGINA 6)

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete: Como a alta dos juros nos Estados Unidos pressiona o Brasil

Medida enfraquece o real, pode elevar a inflação e ter impacto nos juros

O banco central americano anunciou ontem a segunda elevação da taxa de juros do ano e indicou novos aumentos em 2018. Com os juros mais altos nos EUA, investidores tendem a transferir para lá os recursos de países onde o risco é maior, como Brasil e Argentina, desvalorizando moedas locais. Esse movimento pode provocar aqui uma pressão inflacionária, uma vez que muitos insumos são cotados em dólar. Analistas também não descartam um aumento na Selic. Ontem, o BC interveio para segurar a cotação do dólar, que fechou o dia em R$ 3,71. (ECONOMIA / PÁGS. B1, B4 e B5)

PF vê indício de R$ 105 mi em propina para Cunha e Geddel

A PF vê indícios de que o deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ) tenha recebido R$ 89 milhões e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB-BA), R$ 16 milhões, em propinas para influenciar liberação de empréstimos da Caixa. Os pagamentos teriam sido feitos pela J&F e pelos grupos Marfrig, Bertin e Constantino. A defesa de Cunha afirma que não teve acesso ao caso e a de Geddel não se manifestou. As empresas dizem colaborar com a Justiça. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Juiz limita em 5,72% reajuste de plano de saúde individual

Liminar fixou teto de 5,72% para o reajuste dos planos de saúde individuais no período 2018-2019 – a expectativa era de que o aumento fosse de 10%. Na decisão, o juiz da 22.ª Vara Cível Federal de São Paulo, José Henrique Prescendo, disse haver falta de clareza na metodologia usada pela Agência Nacional de Saúde (ANS) para determinar o reajuste. A agência vai recorrer da decisão. Cerca de 9 milhões de pessoas têm planos individuais. (METRÓPOLE / PÁG. A17)

Sem caminhões, soja lota silos em Goiás (ECONOMIA / PÁG. B6)

 

Colunistas

William Waack

Desânimo com política e pouco interesse por futebol se espelham, mas não se explicam. (POLÍTICA / PÁG. A6)

Celso Ming

Há mais de 40 ações na Justiça contra a decisão do governo de tabelar os fretes. (ECONOMIA / PÁG. B2)

Notas & Informações

Os estragos da greve

O estrago causado pela crise no transporte, ainda sem solução, fica mais claro a cada nova notícia positiva sobre a evolução da economia em abril, o mês anterior à paralisação. (PÁG. A3)

O Sistema Único de Segurança

Os dados oficiais mostram o medo que faz parte da vida de milhões de brasileiros. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

 

Manchete: Copa começa equilibrada em campo

Envolto em tensão política com o Ocidente, governo Putin injetou 60% dos R$ 38,4 bilhões gastos no Mundial da Rússia

A Copa do Mundo da Rússia começa hoje em meio à tensão política em torno do presidente, Vladimir Putin, e com a expectativa de alta competitividade em campo. Sob Putin, que concentra o poder desde 1999, o governo injetou 60% dos R$ 38,4 bilhões consumidos no Mundial. Entre os 12 estádios preparados, alguns ficarão ociosos após a competição. Fora deles há tensão, devido às crises com o Ocidente. A mais recente decorreu do envenenamento de um ex-espião russo na Inglaterra, que levou a um pedido, malsucedido, de boicote do torneio pelo Reino Unido. O primeiro jogo terá início às 12h (de Brasília), quando Rússia e Arábia Saudita se enfrentarão em Moscou. Não há um favorito muito destacado. Brasil (o maior vencedor), Alemanha (atual campeã) e Espanha lideram as apostas. (Copa 2018 p.1)

Impopularidade de Temer se deve principalmente à economia

A impopularidade recorde de Michel Temer (MDB), de 82%, se deve essencialmente à insatisfação coma economia, citada por 51% dos que o reprovam, mostra o Datafolha. Só 15% mencionaram corrupção como fundamento. (Poder A4)

Impopularidade de Temer se deve principalmente à economia

A impopularidade recorde de Michel Temer (MDB), de 82%, se deve essencialmente à insatisfação coma economia, citada por 51% dos que o reprovam, mostra o Datafolha. Só 15% mencionaram corrupção como fundamento. (Poder A4)

Banco central dos EUA eleva juros e sinaliza novas altas

O Fed elevou os juros americanos e sinalizou novos aumentos. O anúncio, que pode levar à alta do dólar no Brasil, teve impacto moderado no mercado após atuação do Banco Central. Amoeda subiu 0,10%, para R$ 3,715. (Mercado p.3)

Obras de mobilidade para o Mundial de 2014 estão inacabadas em 8 capitais do Brasil (P.10)

 

Diretor da ANP critica política de preço da Petrobras

Para Décio Odonne, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, a Petrobras visa os próprios interesses, não os do Brasil. A saída contra choques nos preços dos combustíveis, diz, inclui maior competição no refino. (Mercado p.l)

Decisão inédita do governo põe militar à frente da Defesa (Poder A6)

 

Ex-primeira-dama brasileira de El Salvador é presa (Mundo A12)

 

Editoriais

Ainda um mistério

Acerca da onda de manifestações de 5 anos atrás.

Razões da rejeição

Sobre avaliação de Temer em pesquisa do Datafolha. (Opinião A2)

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