Consumidores aproveitam último dia de feiras para garantir o pescado da Semana Santa

Quem não conseguiu comprar os peixes e mariscos para o almoço da Semana Santa e, mais precisamente, para a Sexta-feira da Paixão, teve ainda, toda a manhã desta sexta, 2, para adquirir os produtos tradicionais do período religioso. Para isso, os consumidores tiveram três espaços disponibilizados pela Prefeitura de Aracaju para garantir os pescados: praça de Eventos dos mercados centrais, rua Comércio 5, no bairro Bugio; rua Cuba com rua B, no bairro América.
Das 5h30 às 13h30 de hoje, o fluxo foi movimentado, mas com as medidas de distanciamento sendo mantidas nos três pontos de vendas. Nesses espaços, a Prefeitura, por intermédio da Empresa Municipal de Serviços Urbanos (Emsurb), desenvolveu um planejamento para adequar os locais para que pudessem atender às medidas de biossegurança necessárias para controlar a proliferação do coronavírus e, assim, preservar a população.
“A disponibilização dessas feiras evita, inclusive, a aglomeração na área dos mercados centrais, ou seja, as pessoas têm outras opções para garantir os pescados da Semana Santa e manter a tradição. As feiras foram montadas em locais amplos, arejados, com corredores largos, sinalização para distanciamento, com álcool em gel à disposição por todo o espaço, lavatórios portáteis, placas de conscientização, banners com recomendações para que as pessoas possam comparecer ao local com segurança”, destaca o presidente da Emsurb, Luiz Roberto Dantas. 
A feirante Sueli Ribeiro, que atua no ramo há cerca de 20 anos, aprovou as medidas sanitárias e concluiu os trabalhos com saldo positivo.“Já havia um tempo em que não montava barraca, mas, nesta Sexta-feira Santa, decidi vender e foi muito bom. Além da feira estar bem organizada, com todos os cuidados tomados, ainda consegui vender bastante, o que já ajuda nas contas do mês”, afirma ela ao ressaltar que, antes das 10h, já tinha conseguido vender todos os produtos. 
Quase que em cima da hora, Silvania Santos comprou o coco que faltava para completar a receita para o almoço, já que o pescado já estava à espera em casa. “Já comprei o peixe, o camarão e estava faltando o coco. O bom é que na feira a gente encontra outros produtos para complementar as comidas que vão com pescados. Achei tudo muito bem organizado, sem aglomeração e álcool em gel na entrada e na saída. Comprei o que precisava com tranquilidade”, ressalta Silvania. 
A consumidora Jovelina Santos garantiu a arraia para o almoço especial. “Resolvi fazer uma moqueca de última hora e, como a feira é perto de casa, dei um pulinho para comprar. Todo ano, na Semana Santa, venho na feira para comprar o pescado. Quando não vou ao Centro da cidade, fico por aqui no bairro América, mesmo, e acho de tudo. A feira está muito organizada e, para mim, está tudo joia, só falta essa doença passar logo”, considera Jovelina. 

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